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William de Moura – vídeo sobre o fotógrafo carioca

Flávia Moura
Nilson Guimarães
Márcio Santos
Um trabalho em forma de vídeo foi elaborado para a disciplina de Introdução à Fotografia pelo grupo. Obedecendo uma lista proposta em temas, a tarefa consistiu em pesquisar a vida de um fotógrafo.
Flávia Moura comentou que seu pai  exerceu esta profissão por muito tempo,  e recebeu sugestão da professora que desenvolvessem  sobre o trabalho de William: descobrir no que ele foi relevante para a história da fotografia e culminar com a releitura de imagens.
William de Moura e o Rio de Janeiro

William de Moura e o Rio de Janeiro

William de Moura é carioca, e mostrou pioneirismo ao desenvolver ensaios fotográficos em grandes revistas de surf (sua paixão). Mas não deixou de cobrir celebridades, gastronomia, futebol, basquete, cotidiano urbano, música, natureza,  esportes radicais… além de atuar também como editor de imagens e produzir peças publicitárias para  jornais e revistas.  E, claro que esta competência e sensibilidade teve muitas repercussões internacionais! São temas dos mais variados: veja algumas imagens na página da Agência O Globo, um dos veículos de comunicação onde atuou.
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2º Congresso Nacional do Samba e balanço da programação do evento

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Programa Congresso Nacional do Samba

No sábado foram abordados os temas, sempre com uma palestra seguida de mesa redonda: “A Diversidade do Samba e o Patrimônio Cultural Imaterial”, “O Samba e suas Performances”, “Samba, Carnaval e Redes Sociais” e “Samba, Carnaval e Direitos Autorais”.

“A Diversidade do Samba e o Patrimônio Cultural Imaterial” iniciou com uma brilhante apresentação do autor e músico Spirito Santo, que falou do seu livro Do Samba ao Funk do Jorjão, com prefácio de Nei Lopes. Como é difícil a inserção da cultura negra na academia, e como os dados coletados vão de encontro a alguns estudos feitos às pressas, onde um “congueiro de uma semana” coleta os dados superficiais e produz teses, dissertações e até livros teóricos sobre o assunto.  E alguns enganos e erros que ocorrem na repetição do que ele chama de “mitos do samba” dentro da bibliografia adotada dentro das Universidades.

O outro destaque desta temática  foi o estudo da professora de Literatura Brasileira na Universidade Federal de Santa Catarina, Tereza Virgínia de Almeida que também é compositora e produtora cultural. No estudo “Samba e Memória Musical – da tradição à transcontextualização”, a pesquisadora reflete sobre a presença do samba e suas mudanças no contexto contemporâneo pós-moderno apresenta conceitos como nomadismo; movência; intercâmbio dos conceitos de tradição e ruptura.

“Acredito que pensar o samba como patrimônio, no atual contexto, marcado e demarcado pelos interesses do capitalismo tardio, passe por encontrar estratégias para que as ações sociais de preservação e transcontextualização possam, cada vez mais, ser exercidas por sujeitos efetivamente comprometidos com a dívida histórica que esta sociedade, infelizmente, ainda preserva em relação a seus afro-descendentes”.

Mas quem pensa que só havia “samba tradicional” no evento se enganou, o gênero e suas influências/influenciadores foram intensamente debatidos: MPB, jongo, funk, jazz, paradinhas do mestre André e Jorjão, bossa nova, maracatu… e novos grupos como o Metá Metá apresentado por Isabela Martins de Morais e Silva que procura “mesclar em suas canções as heranças do samba com as narrativas oriundas das religiões de matriz afro-brasileira”

O Samba e suas Performances” chamou atenção com a professora  Denise Mancebo Zenocola, que na sua análise sobre o samba de gafieira fala sobre o que há de diferente na relação entre feminino e o masculino nesta dança – “ratifica a discussão do corpo na sua relação social social e de subjetividade; ressalta a espontaneidade”. No tema “Samba, Carnaval e Direitos Autorais” José Vaz de Souza Filho foi destaque apresentando  exemplos históricos das problemáticas de direito autoral dentro do samba, as vendas de autoria,  e vislumbrando algumas soluções.

Resenha do livro de Spirito Santo – Do Samba ao Funk do Jorjão

Ouça o CD Aluada, de Tereza Virgínia

Resumo dos trabalhos apresentados com minicurrículo dos pesquisadores

Na manhã de domingo foram abordados os temas, também com palestra seguida de mesa redonda: “Samba, Economia Criativa do Carnaval e Globalização” e “Samba e Territorialidade”. Em “Samba e Territorialidade” refletiu-se desde o samba paulista, de uma roda de samba em Belo Horizonte, narrativas do “povo do santo” – que criam e fazem a manutenção dos terreiros no Rio de Janeiro, até a “Pequena África”. Em “Samba, Economia Criativa do Carnaval e Globalização” Simone Aparecida Ramalho e Ana Luisa Aranha e Silva apresentam modelo de economia inclusiva:

” a experiência do projeto de geração de trabalho e renda Ala Loucos pela X, fruto da parceria entre entidades do campo saúde mental e o GRCES X9 Paulistana, que há 12 anos vem tecendo vivas redes solidárias no carnaval paulistano. Neste projeto, homens e mulheres moradores da periferia de São Paulo, discriminados pela psiquiatrização e incapacitação social, histórica e socialmente construídas que lhes confere dupla exclusão social, à semelhança de outros grupos envolvidos no campo do samba e do carnaval, ao tornarem-se aderecistas de grandes agremiações paulistas, trabalhando a partir dos princípios da economia solidária, vêm demonstrando que possibilidades potentes de geração de trabalho, renda e cidadania podem ser incluídas na economia criativa do carnaval, sem que nos distanciemos da raiz política emancipatória original e primeira do samba, mesmo diante das proporções exigidas pelos desfiles das grandes agremiações carnavalescas”

Infelizmente não foi possível acompanhar a lavagem da Pedra do Sal, que estava marcado para as 7 horas e iniciou após as 9:30 – registramos a espera e a conversa animada das baianas. Mas… o fotógrafo português Miguel do projeto Fui? cedeu fotos, bem como a pesquisadora Isabela Morais que foi a palestra no segundo dia – confira.

Os pontos positivos  do evento foram mesclar o cultural com o acadêmico, uma cobertura jornalística carinhosa de vários meios de comunicação e atendimento da organização atencioso. A vasta gama de profissionais e acadêmicos interessados e com trabalhos interessantíssimos no assunto também foi outro ponto alto do evento: estudiosos de cultura negra e relações raciais, cientistas sociais, sociólogos, literatos, historiadores, museólogos, antropólogos, músicos, compositores, dançarinos, políticos, filósofos, pedagogos,folcloristas, etnólogos, artistas plásticos, membros das comissões julgadoras do carnaval, jornalistas, administradores, gerenciadores de projetos, carnavalescos, advogados, cientistas políticos, cineastas, promotores de eventos, produtores musicais, estilistas, designers, atores, redatores, documentaristas…

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Apesar de problemas amadores na organização do evento: chamar os trabalhos selecionados em cima da hora, sem haver tempo para os pesquisadores pedirem recursos para as universidades (ocasionou muitas faltas); atrasos em excesso;  interrupção de mesas sem permitir que a platéia fizessse perguntas para os autores que vieram de outros estados… outra crítica a se pensar e que vários presentes citaram – apresentações em paralelo com temáticas em comum deram a sensação de termos perdido muita coisa interessante.   O balanço final do evento foi positivo, e que nas próximas edições seja primoroso para que o público possa aproveitar melhor as reflexões. O samba, a comunidade que o produz e os pesquisadores que trabalham temas que da cultura negra merecem isso, e muito mais.

Leia mais:

“fui?” é uma ação provocatória entre a arte e a comunidade, ao misturar os rostos e recantos de duas regiões portuárias: a cidade do Porto (Portugal) e o porto do Rio de Janeiro (Brasil)

Acompanhe ao vivo a cobertura pela Rádio online com entrevistas e trechos do evento

História do Samba – superinteressante

2º Congresso Nacional do Samba – portal do carnaval

Abertura do 2º Congresso Nacional do Samba: Edison Carneiro, José Ramos Tinhorão, Haroldo Costa e Sérgio Cabral.

O evento comemora os 50 anos da Carta do Samba, que criou o Dia Nacional do Samba, bem como os 100 anos de nascimento do presidente e relator do primeiro evento, Edison Carneiro. A idéia da reedição do evento surgiu no ano passado com Iran Araújo e Damião Braga da Associação dos Quilombos da Pedra do Sal, juntamente com o professor Jair Martins Miranda da Unirio que coordena o 2 Congresso. Muita gente não sabe que a data foi criada por conta do I Congresso Nacional do Samba.

Redigiu a  Carta do Samba, que instituiu o 2 de dezembro como dia Nacional do Samba

Redigiu a Carta do Samba, que instituiu o 2 de dezembro como dia Nacional do Samba

O I Congresso Nacional do Samba foi realizado também na Câmara Municipal do Rio de Janeiro -, em uma época em que se acreditava que o samba estava “agonizando” teve participação de Pixinguinha, Ary Barroso, Aracy de Almeida e Almirante, dentre outros. Coordenado em 1962 pelo escritor Edison Carneiro para repensar o gênero, sua preservação e refletir sobre o futuro do samba e, a Carta do Samba foi redigida por Carneiro I Congresso. Nas palavras de um dos homenageados da noite Haroldo Costa:

“Carneiro foi além – estabeleceu algumas normas, discutiu alguns capítulos de importância da história do samba naquela década. Importante reconhecer que muitas das questões que foram levantadas – foram desenvolvidas, ampliadas, e adotadas. Gostaria de lembrar de uma só: a presença da escola de samba no âmbito da questão social, de dar voz à sua comunidade, de proporcionar  estudos, profissões através de cursos profissionalizantes e atravéz de um empenho na parte esportiva. Isso tudo foi preconizado naquela primeira carta.”

Na abertura do 2º Congresso Nacional do Samba o vereador Reimont entregou do Conjunto de Medalhas de Mérito Pedro Ernesto aos representantes do escritor José Ramos Tinhorão, e post-mortem a Edison Carneiro. Foram homenageados ainda os escritores Haroldo Costa e Sérgio Cabral.

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Sergio Cabral, Haroldo Costa, José Ramos Tinhorão

Estavam presentes pesquisadores, o deputado Chiquinho da Mangueira e personalidades do samba. Mas o que teve destaque foi a participação da Associação das Velhas Guardas da Escolas de Samba do Rio de Janeiro, entrando seus belos estandartes.  E depois, um coquetel muito animado. Para completar a noite, na frente da câmara havia um evento com música e manifestações culturais encerrando o Mês da Consciência Negra. Emocionante –  Veja na galeria de fotos que será atualizada ainda esta semana, a arquitetura do local é muito bem conservada.

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Para saber mais: acompanhe a cobertura do site carnavalesco

Leia a Carta do Samba 1962

Matéria do jornal O Dia sobre o evento, bem como detalhes sobre o homenageado Haroldo Costa

No evento foi falado que esta música traduzia o espírito da época. Vídeo filmado na residência de João Nogueira e possui a participação além de Beth Carvalho do Clube do Samba: Paulinho da Viola, Martinho da Vila, Clementina de Jesus, Clara Nunes, Sônia Lemos, Nelson Sargento, Sérgio Cabral, Dominguinhos do Estácio e muitos outros. Samba de Nelson Sargento.

O 2º Congresso Nacional do Samba é realizado com apoio de voluntários e do projeto de extensão Portal do Carnaval, da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UniRio). O Portal do Carnaval será lançado na internet em janeiro de 2013, e  terá como objetivo permitir a troca de informações, serviços, produtos, negócios e perfis de profissionais envolvidos. O projeto conta com financiamento do Serviço Brasileiro de Apoio à Pequena e Média Empresa (Sebrae) e da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep). O evento também foi feito em parceria com instituições ligadas ao samba carioca: Liga Independente das Escolas de Samba do Rio de Janeiro (Liesa), Liga das Escolas de Samba do Grupo de Acesso (Lesga) e a Federação dos Blocos Carnavalescos do Estado do Rio de Janeiro (Fbcerj).

Texto produzido em grupo – baseado em “O Profundo Amor de Deus por mim”

Dinâmica: produzir um texto em grupo refletindo sobre trecho inicial da autora amazonense Lisiê Silva.  Em conjunto com Daniele Bezerra e Nikolas Victor

(após o texto que o grupo escreveu, está o texto completo da autora).

Todos os problemas que enfrentamos servem para a nossa evolução, nosso crescimento espiritual. Deus não impede que tenhamos obstáculos na caminhada da nossa vida, para o amadurecimento e conquistar qualidades cada vez mais humanas e próximas do que percebemos como divino.

Deus nos dá o que precisamos sempre na medida certa, nem mais nem menos. O que nós fazemos com isso, e como se faz é que fará a diferença da contribuição que podemos dar para a vida.

Não devemos blasfemar, ou se revoltar dizendo que Deus não existe apenas por causa de nossas dificuldades. Devemos ser gratos pelo positivo e pelo negativo, pois durante a nossa caminhada espirituaal ele nos dá tudo o que precisamos e apesar dos obstávulos Ele estará sempre do nosso lado.

Apesar das quedas, dificuldades, dores e tristezas Deus nos dá forças e inspira a continuar a caminhada para a felicidade de um dia alcançarmos a sabedoria.

Leia outros textos e saiba mais da autora no blog com poemas, crônicas e versos livres: http://poemaslisiesilva.blogspot.com.br/p/sobre-mim.html

O PROFUNDO AMOR DE DEUS POR MIM
© Lisiê Silva em 15/Set/2003

Deus me ama tão profundamente,
Que não me livra dos problemas que eu preciso enfrentar,
para amadurecer e me sentir mais forte.

Deus me ama tão profundamente,
Que não me poupa das tristezas e decepções,
que são necessárias para o meu crescimento.

Deus me ama tão profundamente,
que me permite experimentar a dor física e a dor na alma,
para que eu me torne cada vez mais sensível e mais humana.

Deus me ama tão profundamente,
que não tem me dado uma vida de riquezas e nem de facilidades.
Mas também não tem me dado uma vida de pobreza extrema,
e nem de necessidades.
Ele me dá uma vida, onde eu posso ter, na medida certa,
tudo que preciso para viver com honestidade.
Ele me fez entender que o meu tempo aqui é muito curto,
para acumular coisas desnecessárias à minha espiritualidade.

Ele tem me dado, principalmente, o que eu posso levar comigo,

quando eu partir, e entregar a ele, no momento do nosso encontro.
Deus, em sua suprema sabedoria, sabe o que eu preciso para ser feliz.
Ele sabe que a minha felicidade não está nas coisas materiais.
Ele sabe que se eu tivesse uma vida de riquezas, provavelmente,

eu daria tanto valor as futilidades que até me esqueceria Dele.
E se eu esquecesse Dele, logo chegaria um dia
em que eu me sentiria extremamente infeliz.
Repleta de valores materiais, mas vazia por dentro.

Deus me ama tão profundamente,
que tem feito de mim, uma pessoa forte, esforçada,
lutadora, que sonha, que chora, que cai e se levanta,
que olha pra cima, e que vê longe…
Muito além do que se pode tocar com as mãos.

Deus me ama tão profundamente,
que tem feito de mim, uma pessoa que busca dar a sua parcela
de contribuição para a vida. E que vive para realizar
o que anseia espiritualmente. Mesmo que sozinha.
Por que sozinha nunca estarei.
Tenho o profundo amor de Deus comigo.

Quando reflito sobre o profundo amor que eu sinto por Deus,
sinto uma inter ligação que me leva, naturalmente,
ao profundo amor de Deus por mim.
Então percebo que nada tenho a reclamar sobre a vida que Ele me deu.
Por que todos os dias ele me dá chances para que eu me esforce,

e me torne um ser humano melhor e mais feliz.
É o tipo de felicidade que só faz bem ao espírito.
Meu e Dele.

Ele sabe que para quem se esforça,
o sabor da vitória é mais doce.
A alegria no coração é maior.
A alma entra em um ritmo emocionante…
e dança a música do céu…
e canta a canção da vida…
ouvindo a orquestra dos Anjos,
tocada com os instrumentos afinados pelo tempo.

A auto confiança aumenta.
E eu me sinto mais capacitada, mais realizada.
esta é a minha verdadeira felicidade.
Saber que eu posso realizar cada pequena conquista,
com os meus próprios esforços…
por que ao final, sinto a minha alma livre.
e ao me sentir livre, uma alegria imensa contagia o meu ser.
então eu constato, que durante esse meio tempo,
enquanto eu estava apenas lutando pelas minhas conquistas,
Ele ficou ao meu lado, torcendo por mim,
e aguardando os resultados.

Deus me ama tão profundamente, que disse-me uma vez…
Que se Ele tivesse colocado dentro do meu peito, um coração
materialista, eu passaria a minha vida a caminhar por uma

pequena estrada chamada Ilusão.

É uma pequena estrada que leva os seus caminhantes

ao encontro do tesouro material, e o meu coração materialista

me conduziria tão diretamente ao encontro desse tesouro,
que eu nem olharia para os lados. e perderia toda a beleza
e o encantamento da paisagem ao redor:
Provavelmente, ao caminhar pela estrada da ilusão,
eu perderia os meus cinco sentidos vitais:
No meu caminhar durante o dia,
Eu não veria o sol brilhante que ele fez pra mim,
Eu não ouviria a sinfonia do canto dos pássaros que ele criou.
Eu não sentiria a delícia do vento soprando nos meus cabelos.
Eu não desejaria tocar uma flor, ou sentir o seu perfume.
Eu não lançaria um olhar de gratidão para a natureza,
que é uma obra de arte, feita por ele.

No meu caminhar durante a noite,
Eu não teria tempo de olhar pra cima e ver o céu estrelado.
Eu não sentiria vontade de conversar com as estrelas,
Eu desconheceria a lua e todas as suas fases.
Eu não me admiraria com a imensidão do universo.
Eu desconheceria toda a grandeza de sua criação.

Caminhando pela estrada da Ilusão,
eu teria os meus olhos fixos no superficial.
e se eu encontrasse alguém mais necessitado do que eu,
eu passaria por cima…
e se esse alguém me chamasse, eu nem ouviria.
Por quê todos os meus sentidos estariam naquilo
que me esperava lá na frente,
e assim eu seria mais ambiciosa
do que Deus me permitiria ser.

Seria menos humana e mais materialista.
e conseqüentemente, eu não desenvolveria a minha espiritualidade.
E sem ter espiritualidade, eu viveria na tristeza,
sem alegria no coração.
E sem ter alegria no coração, eu me revoltaria,
e gritaria aos quatro ventos:
Onde está Deus?
Deus existe?
Por que não me ajuda?
Por que me abandonou?
Por que não me dá uma vida de facilidades,
e todas as riquezas materiais a que eu “tenho direito”?
Se eu fosse menos humana, eu não teria olhos para ver Deus
dentro de mim…

Deus me ama tão profundamente, que me fez entender:
Que o tempo que eu perco nas minhas lutas diárias,
me aproxima mais Dele.
Que a dor física e a dor da alma me aproximam mais Dele.
Que nas minhas tristezas e decepções, ele está sempre comigo.

Que bom! Que eu não consigo nada com tanta facilidade!
por que assim, eu consigo valorizar minhas pequenas conquistas.

Que bom! Que eu tenho problemas para enfrentar!
por que assim, eu aprendo. Evoluo e amadureço.

Que bom! que eu tenho momentos de tristezas,
para que depois, eu possa festejar a minha alegria!

Que bom! Que eu não tenho nada do que reclamar,
tenho somente o que agradecer a Deus por tudo!

Que bom! que Deus não se esquece de mim!
O Senhor, em sua suprema sabedoria,
sabe o que eu preciso para ser feliz.

Preciso de Deus!
e do seu profundo Amor por mim.

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