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Clube da Leitura – alguns contos

Desde 2007 participo de forma mais ativa quando posso divulgando, e convidando pessoas a escreverem. Ainda quando não tinha uma local específico para publicação, meu conto foi o primeiro do clube a ser publicado na internet. ( a nota original está fora do ar). Vi o número de interessados ir aumentando aos poucos, até doei algumas cadeiras dobráveis quando começou a não ter lugar para sentar nos encontros.

Participei do primeiro volume lançado na Flip em 2009, e segundo volume já está lançado.

Clube da leitura: modo de usar primeiro volume

 

Agora trabalho já caminha para ser um grupo autogerido – encontros e publicações. Enquanto o novo endereço com todos os contos não é lançado,  aqui algumas ficções que foram publicadas apenas no blog, ou também em livros ou revistas. Matéria no programa Globo News Literatura http://g1.globo.com/globo-news/noticia/2012/08/clube-da-leitura-vira-ponto-de-encontro-de-escritores-no-rj.html

Por ordem de envio os textos:

Sobre amor, traições, drogas e doença http://www.baratosdaribeiro.com.br/clubedaleitura/2008/02/08/a-doenca-por-gloria-celeste/

Após o decreto – conto futurista publicado no Clube da Leitura: Modo de Usar, Vol. 1  http://www.baratosdaribeiro.com.br/clubedaleitura/2008/04/14/%E2%80%9Capos-o-decreto%E2%80%9D-por-gloria-celeste/

Sexo casual, diferenças sociais e calor na biblioteca http://www.baratosdaribeiro.com.br/clubedaleitura/2011/01/31/calor-opressivo-por-gloria-celeste/

Depressão, imobilidade e doença publicada em 2002 na revista Poité número 7 – festa de lançamento.  http://www.baratosdaribeiro.com.br/clubedaleitura/2011/06/17/para-fora-por-gloria-celeste/

Lido pela primeira vez no Clube da Leitura em 2007, e posteriormente publicado em Revista acadêmica.  Fala sobre superficialidade e frivolidade nas relações humanas.

http://www.baratosdaribeiro.com.br/clubedaleitura/2012/09/24/preenchimento-por-gloria-celeste/

Assim que o novo site do clube da leitura estiver no ar, os links serão substituídos. Após a leitura comentem o que acharam por aqui. Abraço

UPDATE: a Baratos de agora em diante está em Botafogo – que os novos ciclos sejam virtuosos para o Clube e a Baratos 

MOSTRA IMPRESSIONISMO DO MUSÉE D’ORSAY

Flávia Moura

Atualização! Em virtude das filas de mais de quatro horas em alguns períodos no último final de semana, o CCBB – Rio fará o último viradão nos dias 12 e 13 – das 9 horas do sábado às 21 horas no domingo – últimos da exposição. Veja os melhores horários durante a semana no post abaixo.

1) Trabalho para a disciplina de Introdução à Fotografia: os alunos devem visitar a exposição, pois ela se deu em virtude do surgimento do Daguerreótipo (precursor da fotografia). Então os pintores da época se sentiram ameaçados e quiseram mostrar que a arte da pintura não morreria!

painel ampliado - ponte sobre o Sena

painel ampliado – ponte sobre o Sena

A FILA

Dizer que brasileiro adora arte, eu nunca tinha ouvido falar.

Sim, já tinha ouvido falar de brasileiro que adora arte no exterior. Daqueles que se gabam porque visitou o Louvre, ou que deu uma passadinha no Moma, que se divertiu com as réplicas em cera no madame Tussauds, mas nunca, nunca, bem aqui no Rio de Janeiro, ouvi algum brasileiro que tenha se gabado por passar horas na fila para ver qualquer obra de arte que fosse. Até ontem.

Foram exaustivas 3 horas de fila, ouvindo conversa alheia, sentindo os perfumes do povo, gente perguntando quanto tempo ia durar, gente perguntando por que tinha que durar tanto tempo, gente fazendo careta pra onde ia o fim da fila e então, desistiam ou respiravam fundo e seguiam em frente firmes.

Não era de se surpreender. A foto à esquerda, mostra os fundos do CCBB (Centro Cultural Banco do Brasil) que dá para a lateral da Casa França Brasil. Exatamente ali naquele bequinho era o fim da fila às 14:20h aproximadamente. Era a outra ponta do U e todos teríamos um longo caminho a percorrer. Eu mesma fiz careta e me surpreendi com o amor do brasileiro pela arte e felizmente, desconhecia o tempo em que ficaria de pé esperando minha vez de entrar.

Se soubesse, o que teria sido mais forte? Meu amor pela arte ou a dor nas pernas? Venceu o trabalho para a disciplina de Introdução à Fotografia.

Fila em horário de pico

Fila em horário de pico

ENTRANDO PELO CANO

Entrei pelo cano quando pela entrada da Candelária julguei não ter fila. Feliz, fotografei o painel que convida para a Mostra Impressionismo do Musée D’Orsay.

Gente posando, sorrindo, fazendo careta, trepando nas costas do outro, tudo porque o painel ampliado dava pruma ponte sobre o Sena e era ali, nas ruas imaginárias de paralelepípedo que os visitantes faziam sua pose.

Tive certa dificuldade para pegar o painel todo, tal o número de “posers” encostados (foto à direita).

PROIBIDO FOTOGRAFAR

É expressamente proibido fotografar lá dentro. Regra do Musée D’Orsay trazido para o Brasil. Lá na França também não pode tirar fotografias da exposição. Inevitável não é.

Brasileiro dado ao jeitinho, sempre dá um jeito de fazê-lo e eu quase inocentemente não resisti à tentação. Fui advertida pela segurança que me seguia em silêncio, para meu desespero. Felizmente ela não me forçou a apagar.

OS PINTORES

Visitei todos: Louis Welden Hawkins, Georges Garen, Claude Monet, Henri Ottmann, Paul Gauguin, Camille Pissarro, Stanislas Lépine, Henry Fantin-Latour, Pierre-Auguste Renoir, Alfred Stevens, Léon Bonnat, Gustave Coubert, Jean Béraud, Paul Cézanne, Charles Argrand, Henri de Toulouse-Lautrec, Edgar Degas, James Tissot, Boldini, Manet, Fernand Halphen e Sisley espalhados entre 85 obras.

Sabe-se que com o surgimento da Fotografia por meio do Daguerreótipo, esses pintores resolveram fazer um levante por meio da pintura, para mostrar que ela não morreria. Essa explosão de arte, foi chamada de Impressionismo, pois objetivava retratar luz, movimento, sombra e cenas realisticas da França do século XIX, muito embora tenha se extendido por outros cantos da Europa.

Estação Saint-Lazare, 1877

Estação Saint-Lazare, 1877

AS OBRAS

Infelizmente não pude fotografar todas as obras que me emocionaram. Monet é um mestre incontestável, não só pela riqueza de seu traço, mas por fugir do lugar comum. Na obra Os Carvoeiros ou Os Descarregadores de Carvão, 1875 – óleo sobre tela, ele mostra o Rio Sena não como um costumeiro ponto turístico, mas local de trabalho corriqueiro, enevoado e escuro.

Pissarro é outro que atrai o olhar do espectador, já que seus quadros parecem estar acesos, tão intensa é a riqueza de cores e detalhes. No quadro O Sena e o Louvre, 1901 – óleo sobre tela, ele vai contra o estilo que o consagrou, onde retratava o cotidiano no campo e mostra a vida urbana em Paris. Esse quadro é de uma luminosidade absurda. Já Stanislas Lépine, ao pintar Montmartre, rue Saint-Vincent, 1878, registra uma Montmartre ainda rural onde os detalhes cotidianos chamam a atenção. Desde os matizes de cores no céu, à tonalidade das folhas das árvores, às sombras e a luz rebatida no chão, bem como seus habitantes em momentos comuns.

Henri Fantin-Latour em A Família Dubourg, 1878 não consegue passsar despercebido dado a grandiosidade de sua tela e perfeição no traço. A família retratada era feia de fato, salvo a cunhada, mas o que impressiona além do tamanho, é a proximidade com a fotografia nessa tela. Até a cadeira de madeira onde o sogro aparece sentado é reproduzida com perfeição.

O banho -  the bath
“O Banho, 1867 – alfred stevens, óleo sobre tela.”

Alfred Stevens surpreende em O Banho, 1867 – óleo sobre tela. Não pelo tamanho da tela, mas pela minúcia. Trata-se de um quadro pequeno, mas se o espectador reter a atenção ali, notará a reprodução perfeita da banheira em que sua musa se esparrama, trabalhado em tons de cinza, o relógio na parede, a pulseira que reluz como ouro, o detalhe das páginas do livro sobre a cadeira, a bica em forma de cisne que pinga água e parece real. Tudo isso faz desta obra algo inigualável e das minhas preferidas apesar de não pertencer aos principais nomes da pintura.

RÉPLICAS & CURIOSIDADES: Paul Cézanne, Léon Bonnat e Stanislas Lépine

Chegando em casa, lembrei-me que sobre a cabeceira da cama, tenho a réplica de um Cézanne, autorizada pelo Museu do Louvre – Os Jogadores de Cartas, 1890-1892.

O Autorretrato, 1855 de Léon Bonnat me deixou tão encantada que quase me apaixonei por ele, não fosse o fato de eu ser casada e pertencer a outro século.

Montmartre, rue Saint-Vincent, 1878 quando o famoso bairro ainda era rural. Contraste de luz e sombra, variação da luz rebatida no chão e tonalidade do verda das árvores, torna essa obra das minhas prediletas.

Noite ou O Baile, 1878 – James Tissot, óleo sobre tela

Luz, claridade, perfeição nos detalhes da entrada de um baile. As camadas dos vestidos fazem  um belíssimo movimento.

fonte internet

Me abstive de comentar sobre Monet, Renoir e outros grandes mestres, bem como os que inauguraram o estilo pontilhista, pois as telas destacadas neste trabalho foram as que mais me despertaram a atenção.

MAIS: por Glória Celeste (concurso, melhor horário para filas e viradão da virada)

Não deixe para a última hora! e escolha o melhor horário…

filasimprDesde o dia 18 de dezembro há um concurso:  o participante deverá postar uma foto sua, em frente a algum painel que está na rotunda criada pela brasileira Virgínia Fienga, arquiteta responsável pelo novo projeto do Museu d´Orsay; seguir o perfil da Exposição Impressionismo – Paris e a modernidade no Instagram(@ImpressionismoCCBB).

 A foto deverá ser tirada pelo instagram, e se já tiver sido postada anteriormente no INSTAGRAM, o participante deverá postar a hashtag #ImpressionistasNoBrasil e postar a foto novamente.

As três fotos mais criativas ganharão PRÊMIOS:  1º Um catalogo da mostra + 1 capinha de IPhone,  2º 1 capinha de IPhone,  3º Um kit de papelaria ( 1 caderno + 2 lápis + 1 marcador de livros)

viradao da virada

     Já falta menos de um mês para o fim da exposição Impressionismo – Paris e a    Modernidade –  termina no dia 13/01/2013. Não deixe para os últimos dias, pois costumam receber muito público. Lembrando que tem VIRADÃO DA VIRADA do dia 29 para 30/12, com show ao vivo e DJ. A cafeteria e a livraria do térreo ficarão abertas durante este Viradão. Edu Krieger é compositor de uma centena de músicas gravadas por artistas como Maria Rita, Ana Carolina, Maria Gadú, Roberta Sá, Teresa Cristina, Pedro Luís e a Parede, Casuarina, Ara Ketu e Falamansa, entre outros. DJ Janot  é criador da festa Brazooka, ano passado lançou pela gravadora Dubas seu terceiro CD, “O Som Brazooka do DJ Janot: 10 anos”. Abriu o show dos Rolling Stones e tocou no Live Earth, na Praia de Copacabana, e em eventos no exterior: como o Brazilian Day ( Nova York), Expo de Zaragoza e Carnaval de Lisboa.

   A mostra tem curadoria de Caroline Mathieu, conservadora-chefe do Museu d’Orsay, Guy Cogeval, presidente do Mu­seu d’Orsay, e Pablo Jiménez Burillo, diretor geral do Instituto de Cultu­ra da Fundación MAPFRE. Organizada com obras do Museu d’Orsay, conta com a colaboração científica da própria instituição e da Fun­dación MAPFRE.

A exposição também possui coordenação da Expomus, apoio do Ministério da Cultura, por intermédio da Lei de Incentivo a Cultura e Leia Rouanet, com patrocínio do Grupo Segurador Banco do Brasil e Mapfre, do Banco do Brasil e da BBDTVM, e apoio da Cielo e da Brasilprev. A promoção é da Rede Globo.

Inauguração da Livraria Cultura – Cine Vitória

A partir desta segunda dia 17 de dezembro será aberta para o público a Livraria Cultura da Cinelândia, a partir das 12h, e finaliza a primeira etapa do retrofit no antigo Cine Vitória. (atualizado após a inauguração)

entrada

O cinema do Edifício Rivoli, estilo art deco foi construído em 1939 no centro do Rio de Janeiro e é tombado como patrimônio histórico cultural do município. A reforma preservou o piso preto e branco, além do belo painel, o balcão e parte da arquitetura original: fachada e os revestimentos de mármore e granito passaram por restauração com quase 3.200 m². Tudo começou no ano passado, quando o BNDES aprovou financiamento para as livrarias de Manaus, Recife, Curitiba e Rio de Janeiro (duas unidades);  incluiu também no projeto modernização de sete filiais.

O arquiteto Fernando Brandão nos apresenta uma loja conceito que de imediato remete às espirais do conhecimento utilizados na gestão ou da aprendizagem – outros exemplos de arquitetura similar: a rampa dos museus do Vaticano (foto) ou Guggenheim. O plano inclinado da busca de conhecimento, e de sabedoria nunca se tornará sinônimo de ladeira, difícil. Assim como no livro Rayuela de Julio Cortazar nos deliciamos ao percorrer as várias possibilidades de leituras hiper (textuais) nas estantes enquanto o caminho é feito para cima – na espiral o caminho é parecido, mas a evolução praticamente inevitável. E que neste prazeroso labirinto o caminho para a saída proporcione não apenas conhecimento, mas sabedoria…

rampa no Museu do Vaticano

rampa no Museu do Vaticano

Uma das arquitetas da Livraria Cultura, Daniela Moniz informou que para preservar a estrutura alterou-se o projeto original que está diferente do padrão das outras filiais, mas a equipe ficou muito satisfeita com os resultados: a bilheteria do antigo cinema será utilizada para os eventos no teatro, e a parede onde estava a tela também foi preservada por isso o projeto vazado para dar visibilidade.

O nome do teatro é homenagem à fundadora da livraria, com 180 lugares no subsolo e abrirá as portas no início de 2013. Hoje Maitê Proença e Clarice Niskier leram “A beira do abismo me cresceram asas” com o auditório lotado. A alemã refugiada do nazismo que para melhorar o orçamento começou alugando livros e em 1969 inaugurou a loja agora tem seis teatros chamados Eva Herz – acompanhe a programação. Tive uma rápida conversa com seu filho Pedro Herz – presidente do conselho de administração da firma e descobri que ele fala alemão, talvez o motivo da empresa ter sempre disponível um dos mais completos catálogos com títulos nesta língua.

Aconteceram shows do grupo de gafieira do dançarino Alexandre Silva, chorinho com Movimento Artístico da Praia Vermelha. Lançamentos itinerantes da Editora Retina 78 que já passou por São Paulo, quiosque da rede globo e ainda irá para Florianópolis e Belo Horizonte: Suburbia e Luiz Gonzaga – O menino cantador . A blogueira Babi Dewet teve fila com vários teens pedindo autógrafo para no seu exemplar de “Sábado à Noite“. A livraria estava cheia, e sobressaiu para os presentes a citação de vários autores escritos com giz na lateral das estantes, como Tolkien e Michael Ende.

Conheci o trabalho de Pedro Dória quando ele escrevia para o blog No Mínimo. Tive o oportunidade de inquirir sobre o motivo de um jornalista que se mostra muitas vezes à frente do seu tempo e que aparentemente gosta de tecnologia, escolher um tema de passado tão distante “1564 – Enquanto o Brasil Nascia”. Ele afirmou que como profissional era seu dever esquadrinhar e descrever a informação, não importando a temporalidade o fato está lá para ser investigado. Perguntei também sobre a escolha de falar sobre a família Sá. Dória respondeu que escrevia sobre a formação da cultura e da região Sudeste,  suas influências neste determinado espaço de tempo – a família Sá foi personagem de destaque e participou deste período ativamente.

Nem tudo é apenas tradição neste espaço renovado: a rampa/estante conecta pavimentos e várias seções: dentro do conceito store in store, o chamado espaço Geek , destinado aos fãs e nerds (ou não) que gostam de ficção científica, jogos, itens colecionáveis: livros, HQs, RPG… (capacho do batman, cards de magic, pôsters, uma edição de Sandman anotada e armário inspirado no TBBT chamaram atenção); totens para experimentação de games em uma arquitetura pensada para se jogar – Playstation, Wii e Xbox 360.

O espaço para e-books é dedicado ao melhor e-reader eleito pela conceituada revista Wired! – Kobo, lançado este mês com a marca da Livraria Cultura. Neste espaço os clientes poderão degustar e comprar na hora o primeiro modelo lançado no Brasil que já possui mais de 10 mil ebooks grátis disponíveis no formato.

No segundo pavimento temos um espaço para exposições, com curadoria de José Carlos Honório e do outro lado no mesmo nível divisamos os guias de viagem e moleskines (Livraria Cultura é a primeira loja em toda América Latina a ter um espaço exclusivo para os produtos Moleskine® ). Assim como a loja de São Paulo do Conjunto Nacional terá um café com varanda e um espaço gourmet que terá curso ministrado por convidados. Seguindo a rampa em espiral vazada para o grande vão central entre os mais de 50 mil títulos à venda, ainda encontramos Bluray, CDs, DVDs e discos com o diferencial de acervo (design, arquitetura, fotografia) e atendimento que conheço dos três anos que morei em Pernambuco e freqüentava a Cultura no Recife Antigo – na época a maior do país.

A revitalização do centro do Rio ganhou pontos, e o preeenchimento do vazio que faz agora uma ligação merecida entre a Lapa e a Cinelândia. Finalmente transformar o ambiente em um centro cultural com alternativas gratuitas (pocket show, entretenimento infantil, lançamentos, palestras, etc) se interligando com a variada programação de eventos à sua volta me proporciona a sensação de este não será apenas mais um local, mas um ponto de encontro de quem já freqüenta o Teatro Municipal, Teatro Rival, Amarelinho, Centro Cultural da Justiça Federal, Lapa, Goethe Institut, escola de Música da UFRJ: a convergência e mistura no sentido ótimo do moderno e clássico e que chamamos Cultura, juntando diversas tribos. Encontrei como previsto alguns conhecidos que gostam de ler saindo do trabalho, e músicos antes da sua apresentação na Lapa passaram por lá.

Disse e repito:  descobri que além de livro novo, gosto de cheiro de @LivCultura nova \o/

Agradecemos o convite da Máquina Public Relations, que estendemos aos leitores do blog

 

MAIS

Mercado – livraria cultura é cada vez mais carioca http://www.publishnews.com.br/telas/noticias/detalhes.aspx?id=71547

Visual antes da restauração

 Liberação do financiamento pelo BNDES

Histórico do Cine Vitória http://www.riocomela.com.br/index.php/2012/12/14/cine-vitoria-e-livraria-cultura/

Revitalização e a importância da cultura

Conheça mais a Livraria Cultura

Pré-estréia “O Hobbit” no Rio de Janeiro

( pouco spoiler)
Dez anos de espera entre o Senhor dos Anéis e o lançamento “O Hobbit” – valeu a pena e tem gosto de quero mais. Assim como na trilogia Peter Jackson com ajuda preciosa de Guillermo del Toro que ficou responsável pelas filmagens por algum tempo e roteiristas – fizeram adaptações que dão maior clareza ao enredo de Tolkien para o “público leigo”.
Gostaria de agradecer ao Conselho Branco (fundação em 2000!) especialmente Shirley “Edhel” e Luciano M. Bastos, Thain da Toca RJ. Eles possibilitaram acesso à pré-estréia promovida Warner Bros. Pictures Brasil, simultaneamente em várias cidades do país. Assisti em uma sala  uma sala 2D no Downtown, e na saída todo o público estava animado e já lamentando ter que esperar o próximo ano e/ou planejando assistir em 3D novamente.
Os diretores acharam soluções inteligentes para ligar este enredo aos filmes  “Senhor dos Anéis”,  que provavelmente resultará em uma corrida no aluguel, e até mesmo reaquecimento da venda de boxes da trilogia. Os cenários já conhecidos como Valfenda e Moria  possuem um frescor que traduz visualmente a beleza do mundo antes do “grande mal” se levantar, e outros que o público não conhecia encantam pelos detalhes. A trilha sonora revisita o que já foi feito, e ainda impacta… mas desta vez houve destaque para o que salta aos olhos na leitura da obra: as canções que traduzem a cada ponto da jornada o espírito do grupo.

Assim como os cenários, o visual dos personagens é repaginado e até surpreende. Outro ponto que chama  muito a atenção é o contraponto de como este filme é “leve” em comparação à trilogia, além do destaque dado para o contraste e problemas de entendimento entre as línguas utilizadas pelos personagens: orc, élfica, anã… mostrando facetas multiculturais de cada povo da terra Média.

Para finalizar, um elogio pois apesar do grande elenco de anões os diretores conseguiram amarrar bem a narrativa e caracterizar/apresentar cada um. Parece que os conhecemos da companhia, novos vizinhos barulhentos e simpáticos: Ken Stott (Balin), William Kircher (Bifur), James Nesbitt (Bofur), Stephen Hunter (Bombur), Mark Hadlow (Dori), Graham McTavish (Dwalin), Dean O’Gorman (Fili), Peter Hambleton (Gloin), Aidan Turner (Kili), Jed Brophy (Nori), John Callen (Oin), Adam Brown (Ori), Richard Armitage (Thorin Escudo-de-Carvalho)… além de Jeffrey Thomas e Mike Mizrahi que fazem os reis anões Thror e Thrain. O final em um ponto inesperado deixa expectativas e curiosidade!

O Hobbit: Uma Jornada Inesperada chega aos cinemas brasileiros hoje, com sessões que iniciam após as 24 horas. Os filmes seguintes serão  O Hobbit: A Desolação de Smaug,  previsto para 2013, e O Hobbit: Lá e de Volta Outra Vez para 2014.

Vá hoje na Estréia de “O Hobbit” com a Toca-RJ

Conselho Branco é uma associação que promove encontros e eventos na temática da Fantasia Medieval, e desenvolve diversos projetos culturais – como Casa de Vairë (contação de histórias), Lambendili (Estudo de línguas élficas), Parmandili (biblioteca circulante), Conselho de Elrond (grupos de leitura), Ordem dos Istari (jogos de RPG), dentre outros. Fotos da pré- estréia no dia 11 \o/

 

Para saber mais visite:

 

 

 

(se quer ter uma idéia do que é o filme assista a este último vídeo, mas já aviso que tem MUITO spoiler)

 

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